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Qual é a temperatura ideal em uma adega de vinhos? Veja aqui!

20/08/2020
Alguma vez na vida você já parou para pensar no porquê de uma adega de vinhos concentrar temperaturas específicas? Afinal, existem valores de referência para manter as bebidas em um estado ideal de consumo?

Caso ainda não saiba, a temperatura do vinho influencia no sabor percebido pelo nosso paladar, além é claro da construção harmoniosa que é feita em companhia dos mais variados tipos de alimentos. 

Se a sua quarentena está monótona e quer aprender algo novo, acompanhe a leitura e descubra algumas dicas simples para aproveitar ao máximo essa bebida tão desejada!

Como atingir a temperatura ideal em uma adega de vinhos?


Diferentemente de um bom e velho café, que é servido quente na xícara, o vinho conta com uma temperatura diferente para manter o seu valoroso sabor, sendo que experimentá-lo requer cuidados de ambientação. 

Por morarmos em um país tropical, o calor do verão desperta diversos questionamentos a respeito do acondicionamento do vinho, de modo que cada tipo de bebida necessitará de atenções especiais.

Se a sua adega de vinhos não estiver bem estruturada, oferecendo um armazenamento de acordo com a temperatura de cada tipo, a tendência é sentir a bebida muito mais alcoólica do que deveria, sendo que os valores a serem respeitados são:

6 a 8º C (branco seco leve);
8º C (branco seco encorpado, branco doce e espumante);
8 a 10º C (rosé);
12 a 14º C (tinto leve);
16º C (tinto médio e tinto encorpado);
18º C (porto tinto).

Caso não tenha uma adega, você pode colocar a bebida em um balde com gelo entre 3 a 20 minutos dependendo do vinho escolhido, na intenção de preservar as características da composição do líquido antes de servir.
Claro que é possível utilizar a sua geladeira ou frigobar também, mas evite ao máximo manter a bebida lá por muitos dias para a vibração da máquina não interferir na qualidade do vinho.

De que forma é possível armazenar a bebida com qualidade?


Se você quer fazer da maneira mais correta e investir em uma estrutura especializada de uma adega de vinhos, lembre-se de escolher sistemas de refrigeração silenciosos e com baixíssima vibração
De forma geral, tenha em mente que as garrafas de espumantes devem ser acomodadas nas prateleiras mais baixas, de modo que os brancos e doces fiquem no meio e, naturalmente, os tintos ocupem o topo.

É importante ressaltar que os bons vinhos devem ficar deitados nas gavetas da adega, no intuito de proteger a bebida de vibrações, ar seco, luz e variações bruscas de temperatura. 
No entanto, veja antes se o produto é para consumo imediato ou de guardar, pois, no primeiro caso, você pode armazenar em adegas que não sejam necessariamente climatizadas, mas o outro caso exige uma temperatura controlada.

Como escolher o melhor vinho?


Servindo como complemento de muitas refeições, o vinho é uma bebida que pode melhorar, e muito, a percepção do sabor dos alimentos, tornando a sua alimentação uma verdadeira experiência gastronômica. 
Para tanto, trouxemos abaixo algumas recomendações básicas de harmonização dos vinhos com a comida, a fim de transformar a sua degustação.

Branco 
Pelas suas características de sabor, o vinho branco é um dos favoritos para ser consumido com comidas mais leves e dar um toque refrescante, sendo uma opção incrível para harmonizar queijos como ricota, coalho e muçarela de búfala. 
Um vinho branco seco encorpado, por exemplo, pode ser uma ótima pedida ao comer frutos do mar, frango, salada, massas, tortas, pizzas e demais comidas deliciosas.
É possível também acompanhar uma bela sobremesa com vinho branco doce, mas não se esqueça de que a bebida precisa ter um nível mais alto de doçura, até para que desfrute de todo o sabor proporcionado por ambos. 

Espumante
Sendo considerado como uma espécie de “carta coringa”, o espumante consegue fazer bonito em diversas ocasiões e entregar um toque especial que combina com inúmeros pratos. 
Essa fama de vinho gastronômico se dá pela acidez característica dos espumantes, que estrutura a bebida e é capaz de potencializar a salivação, ajudando assim a destacar os sabores dos alimentos
Para se ter uma ideia do poder desse tipo de produto, ele consegue ser um excelente companheiro de pratos à base de camarão, bons risotos, formidáveis lagostas e, até mesmo, a nutritiva comida japonesa. 

Rosé
Independentemente se você pretende experimentar vinhos secos, adocicados, medianos, finos e aromáticos, saiba que a classe de bebidas rosé oferece o que há de mais precioso em termos de harmonização. 
Para ter uma noção melhor da versatilidade desse vinho, você pode utilizá-lo em aperitivos fritos, salgados, carnes leves, massas de vários tipos e queijos semiduros como o de cabra ou gouda. 
Outro aspecto peculiar é que esse tipo de bebida pode combinar bastante com pratos mais apimentados, especialmente na culinária nordestina, porém é essencial escolher vinhos com um teor alcoólico menor nesses casos.

Tinto
Se você acha que o bom e velho churrasco combina apenas com cerveja gelada, saiba que a sua reunião entre amigos pode ter um toque de requinte ao servir um bom e tradicional vinho tinto. 
Ao saborear uma carne de porco, por exemplo, você pode apreciar um vinho tinto médio, que tem uma acidez moderada e pode ajudar bastante o seu paladar, pois, mesmo com a gordura característica desse tipo de carne, a sensação é suave na boca.
O tinto forma uma tabelinha incrível com molhos e recheios fortes, queijos mais duros e carnes vermelhas, sendo que pode variar entre os tipos leves e encorpados conforme a intensidade de sabor oferecida pelo alimento.

Quais são os principais cuidados ao servir um vinho?


Por ser uma bebida que carrega todo um requinte, o ideal é respeitar as regras de etiqueta atreladas ao ato de servir o vinho, especialmente se você estiver em uma degustação com amigos, jantar especial, eventos e assim por diante. 
A princípio, despeje lentamente o líquido no centro da taça, sendo que jamais deve enchê-la, mantendo o nível equivalente a menos da metade de um copo comum.
Os movimentos devem ser suaves como uma dança lenta, de modo que tenha o devido cuidado ao manusear a garrafa, especialmente se for uma safra antiga e de valor sentimental precioso. 
Segure sempre a taça pela haste para não deixar a temperatura da sua mão interferir na do vinho e, se for uma safra jovem e encorpada, lembre-se do processo de respiração para suavizar a substância e ressaltar o aroma com propriedade.

Em resumo, perceba que ter uma adega de vinhos requer não apenas comprar as melhores marcas para harmonizar com as refeições, mas saber a temperatura certa e técnicas especiais. Ao comprar, procure estabelecimentos que oferecem o que há de melhor em vinhos, além de um atendimento de excelência.
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